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domingo, 19 de maio de 2013

Jackie, Dashiell e Sul de Minas


Enquanto passamos pelo glorioso outono, que rima com jazz, café e literatura noir, ouço os explosivos Jackie McLean e Donald Byrd detonando It’s you or no one, recomeço a ler o clássico maior de Dashiell Hammett e tomo um pretinho básico para celebrar a vida.

E vamos relendo e reescrevendo, copiando, colando, editando, cortando e modificando os rumos (estou na cena do assalto) do capítulo final da história de Carol, enquanto novidades vêm aí (sim, este é um blog de algumas promessas e suspenses, so what?).

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Começando Maio


Começando Maio, quando pretendo terminar a terceira e última parte da história de Carol (até porque acho que vou cobrir as férias da minha colega no mês que vem, e meu tempo vai diminuir consideravelmente), a dica cultural do Dia do Trabalhador  é este vídeo muito fera, em que o artista fala a diferença entre o fracasso de um hobby ou de algo que você quer fazer pelo resto da vida.

Como a escrita é uma das coisas que quero fazer pelo resto da vida, vou rever o vídeo agora.

Enquanto isso, aguarde (boas) novidades, leitores do Distantes Trovões On Line.

(Nesta semana, ao som de Donald Byrd e esta pérola chamada Fuego. Ah, e reserve um tempinho para ver este megashow do mestre Count Basie.)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Jazz Message #2

Coloco Hank Mobley para tirar a ferrugem da escrita e me fazer sonhar que o frio já voltou, afinal estamos na cidade em que acontecem as quatro estações do ano no mesmo dia. Se quiser conseguir o que os outros não conseguiram, terá que fazer o que os outros não fizeram, alguém disse (essas ideias são mais aprofundadas aqui neste texto in english). Falaram em determinação, em não perder horas na internet em vez de simplesmente escrever. Pensei em mandar o um pouco eterno livro para o concurso do Sesc, depois que soube que E o Vento Levou foi recusado 38 vezes (aliás, descobri 10 livros famosos que foram recusados, e várias vezes). Novas revoluções se aproximam, enquanto vou tateando o texto. Escrever é como tocar um instrumento musical, precisa praticar, senão a coisa vai para o espaço. E ler, é claro. Tenho que retomar as leituras. Foco.

Talvez um café italiano para dar um clima na friday night. Talvez o jazz. Talvez, quem sabe, agora.