Hoje li no Livro dos Livros Perdidos, no capítulo dedicado a Hemingway, sobre a maleta com todos os seus escritos anteriores a 1922 ter sido perdida por sua primeira esposa em uma viagem a Suiça, e descobri que seu lema era il faut (d'abord) durer - é preciso (acima de tudo) resistir.
Daqui a algumas horas a primeira versão do meu rebento vai completar um mês, e preciso continuar trabalhando e fazendo as dezenas de cortes & amarras & reescrever trechos inteiros caneteados por mim na primeira leitura. A produção segue firme na oficina do Diego e acho que teremos livrinho no fim do ano. E domingo vamos madrugar, 10 anos que o TRE não me larga de mão.
Il faut (d'abord) durer.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Mother Russia
No dia em que a proprietária da sede do Distantes Trovões on line e mãe deste que vos escreve está de aniver e foi comemorar conhecendo a outra Mãe, levanto cedo para escrever enquanto o dia nasce lá fora, os passarinhos cantam e a chuva continua.
Então já começo a enumerar a lista de coisas a serem feitas nos próximos 12 dias, antes que o telefone comece a tocar, a saber: rever a Quarta Temporada da série preferida deste blog, começar a leitura de O Livro dos Livros Perdidos de Stuart Kelly, escrever outro projeto para concorrer a uma bolsa – a luta continua –, ver Flight 666 do Iron “Gods” Maiden, seguir escrevendo o meu rebento e responder a carta da minha tchutchuka.
Mais tarde ouvirei pela primeira vez na íntegra o disco de jazz mais vendido de todos os tempos, uma trilha e tanto para dar a dica de leitura de hoje, os textos de meu comparsa Marcelo Martins.
Então para abrirmos os trabalhos, deixo aqui uma singela homenagem a minha mãe e ao meu camarada, guitarrista e colega musical de longa data Giuliano, Mother Russia tocada pela melhor banda do mundo.
Então já começo a enumerar a lista de coisas a serem feitas nos próximos 12 dias, antes que o telefone comece a tocar, a saber: rever a Quarta Temporada da série preferida deste blog, começar a leitura de O Livro dos Livros Perdidos de Stuart Kelly, escrever outro projeto para concorrer a uma bolsa – a luta continua –, ver Flight 666 do Iron “Gods” Maiden, seguir escrevendo o meu rebento e responder a carta da minha tchutchuka.
Mais tarde ouvirei pela primeira vez na íntegra o disco de jazz mais vendido de todos os tempos, uma trilha e tanto para dar a dica de leitura de hoje, os textos de meu comparsa Marcelo Martins.
Então para abrirmos os trabalhos, deixo aqui uma singela homenagem a minha mãe e ao meu camarada, guitarrista e colega musical de longa data Giuliano, Mother Russia tocada pela melhor banda do mundo.
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